Instagram Stories ultrapassa Snapchat em número de usuários

Se você criar uma startup de sucesso e receber uma oferta de compra pelo Facebook, já sabe que enfrentará alguns desafios bem complicados se disser “não” para Mark Zuckerberg.

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O Instagram anunciou nesta quinta-feira (13) que ultrapassou a marca de 200 milhões de usuários ativos por dia no Stories, um grande salto em relação aos 150 milhões que a empresa havia divulgado em janeiro. Mas esse número é importante por outro motivo: isso significa que o Facebook acaba de ultrapassar a rede social que tanto quer combater.

Como a Snap informou em seu processo de abertura de capital na bolsa de valores, o Snapchat tinha 158 milhões de usuários ativos por dia até o último trimestre de 2016 — e o crescimento da rede social efêmera caiu drasticamente após o lançamento do Stories, em agosto passado.

O auge do Snapchat foi no segundo trimestre de 2016, quando ganhou 21 milhões de usuários ativos. Nos trimestres seguintes, já com o Stories funcionando, o crescimento caiu para 10 milhões e depois para 5 milhões (!). A Snap ainda não divulgou os números do primeiro trimestre de 2017, mas é certo que eles não conquistaram 50 milhões de usuários como o Stories.

Estimativas indicam que a utilização do Snapchat também caiu de forma significativa: um estudo com 21 mil histórias apontou que os melhores criadores tinham em média 330 mil visualizações em seus conteúdos entre 2015 e junho de 2016. Mas, em dezembro, esse número ficou por volta de 205 e 250 mil visualizações — uma queda de até 40% na audiência.

E as expectativas para o Stories são as melhores possíveis, diferente do Snapchat. O número de 200 milhões de usuários ativos se refere apenas ao recurso Stories; a rede social de fotos como um todo já possui mais de 600 milhões de usuários ativos, o que significa que ainda tem muita gente para aderir ao formato efêmero.

Se você criar uma startup de sucesso e receber uma oferta de compra pelo Facebook, já sabe que enfrentará alguns desafios bem complicados se disser “não” para Mark Zuckerberg.

FONTETecnoblog
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